CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.

Palavra do Comandante

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Por duas décadas, as áreas carentes do Rio de Janeiro infelizmente viram crescer a ditadura do narcotráfico se impondo à população menos favorecida, ditando-lhes regras e subjugando-lhes a vontade.

Essa tirania, que por todo esse tempo calou a voz de milhares de mulheres e homens de bem, esmagadora maioria dos moradores de favelas onde se escondem os criminosos, quase fez descrente o povo fluminense de um dia poder desfrutar a tranquilidade pública e a paz social que, por direitos inalienáveis,  lhes devem pertencer.

As Unidades de Polícia Pacificadora da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro– UPP – representam, nestes nossos dias, a certeza de que a felicidade é possível, pois a liberdade é uma questão de escolha e decisão.

Retomar os territórios apropriados criminosamente por bando e facções, livrando seus moradores das garras despóticas e assassinas dos traficantes de drogas, foi o desafio a que se propôs o Estado do Rio de Janeiro; seus governantes, sua segurança pública e sua população, inexcedível em talento, alegria e espírito pacificador.

As UPPs vieram para ficar.

Elas materializam um sonho de liberdade.

Mário Sérgio de Brito Duarte

Palavra do Comandante

Sábado, 26 de Setembro de 2009

"… Seja como for não vou bancar o coitado: tenho que ter a hombridade de reconhecer que chegou minha hora de tomar pedradas: de Cadete a Tenente Coronel, Comandante de Unidade, fui pedra; agora, Comandante Geral, sou vidraça. Posso jogar a toalha quando quiser e não pretendo jogá-la. Vou perseguir a vitória.

Meu papel de vidraça me impõe a exposição e aqui estou, me expondo aos meus…
… Reconheço: não foi um empreendimento que me permite morrer feliz, mas o sonho não acabou. As pedradas que estou recebendo têm endereço certo. Não sou vítima, sou Comandante.
Força e honra!"
Retirado do Blog Praças da PMERJ

SUA VERDADEIRA PREOCUPAÇÃO!

Boca de Sabão

Não vou me aprofundar no comentário sobre a matéria da UPP em que os policiais tomaram um sacode da vagabundagem da CDD e tiveram sorte de saírem vivos para contar a história. Atenção recrutada, a polícia hoje não é como antigamente em que uma guarnição ficava à paisana e entrava na favela para dar um ataque soviético ou um tróia. Nenhum comandante vai segurar essa bronca, por mais que eles queiram enganar o povo com essa história de UPP exemplo de policiamento e usem vocês como buchas prometendo várias "condições". Coloquem em suas cabeças que isso nada mais é que um PPC com um efetivo bem maior. Agora segurem esse prejuízo e que sirva de lição.

A decepção com o atual comando da PMERJ é essa forma inconciliável de falar e agir, os fatos acima sustenta isso. Vejo que a preocupação em descobrir quem é o boca de sabão foi ou é maior do que realmente brigar por um reajuste digno para tropa. Sei que o comandante é uma pessoa com boas idéias e intenções, mas a sua atuação meramente política só agrada quem o colocou na cadeira.
VOCÊ ACREDITA EM MUDANÇAS?

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