É GUERRA E TERRORISMO, SALVEM-SE!

Guerra no Rio

Guerra no Rio 3

Guerra no Rio 4

Guerra no Rio 5

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Guerra no Rio 7

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Guerra 9

Guerra 10

Guerra 11

É ISSO AÍ GOVERNO INCOMPETENTE, ENGANADOR E FALTA DE COMANDO DÁ NISSO! E PREPAREM-SE EM 2014 TEM COPA DO MUNDO E EM 2016 TEM "olim-PIADAS". QUEM PUDER, FAÇA IGUAL AO CRISTO NA IMAGEM ABAIXO.

FUI

FAÇA VOCÊ A DIFERENÇA!

PEC 300

TERCEIRA MARCHA DEMOCRÁTICA PEC 300/2008 - COMISSÃO COMUNICA DATA - 25 DE OUTUBRO.

A comissão organizadora das Marchas Democráticas em Defesa da Aprovação da PEC 300/2008 comunicou que a Terceira Marcha do Rio de Janeiro será realizada no dia 25 de outubro de 2009 (domingo), às 10:00 horas, em Copacabana, no trecho entre o Posto 6 e o Posto 2.

Temos a obrigação de colaborar com a comissão e participar desse ato em defesa da nossa cidadania, na busca por salários dignos, no caso a equiparação com os Policiais Militares e os Bombeiros do Distrito Federal.

Obviamente, não podemos restringir a nossa luta às marchas, temos que realizar vários atos para fortalecer e dar a maior visibilidade possível a esse esforço, inclusive desenvolvendo atos simultâneos em todo o Rio de Janeiro.

E NÃO SE ESQUEÇA!

O_P_2

DECRETO QUE CRIA A GTPP (GRATIFICAÇÃO TEMPORÁRIA POR PARTICIPAÇÃO NO POEPP)

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM OPERAÇÕES POLICIAIS MILITARES DE OCUPAÇÃO ESTRATÉGICA TEMPORÁRIA E POLÍCIA DE PROXIMIDADE (POEPP) NO ÂMBITO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

CONSIDERANDO:

- que a atual política de segurança pública desenvolvida no Estado do Rio de Janeiro tem por objetivo precípuo restaurar e/ou preservar a tranqüilidade pública e a paz social do povo fluminense, promovendo segurança objetiva pela redução dos delitos ou pelo resgate estatal das áreas e espaços públicos tomados pelo narcotráfico armado e coletivizado;

- que as formas dinâmicas, territorializadas e assentadas em subcultura de violência das quadrilhas criminosas, que se espraiam principalmente nas áreas de população com menor poder aquisitivo, aprisionando-as e explorando-as, fomentam uma realidade que exige das polícias e de seus integrantes uma preparação intelectual e operacional que lhes habilite a atuar como força de dissuasão, preparatória da implantação de UPPs – Unidades de Polícia Pacificadora;

- que as demandas da sociedade por pacificação dessas áreas de intensa conflagração requerem, todavia, a prestação de serviços policiais com qualidade, baseados numa política de compromisso com os direitos humanos e de cidadania, por meio de pessoal qualificado por cursos regulares de técnicas e táticas policiais que reclamam constantes atualizações;

- que o treinamento diferenciado e continuado com vistas ao aperfeiçoamento profissional do Policial Militar para tais missões exigir-lhes-á voluntariedade e disponibilidade para frequência em instruções que se darão em horários de folga dos serviços normais e, por isso, solicitam o incremento de insumos de motivação; e

- o que consta do processo administrativo nº E-01/90115/2009,

DECRETA:

Art. 1º - Fica instituído no âmbito da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), a partir da data de publicação deste Decreto, o PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM OPERAÇÕES POLICIAIS MILITARES DE OCUPAÇÃO ESTRATÉGICA TEMPORÁRIA E POLÍCIA DE PROXIMIDADE (POEPP).

Art.2º - O programa instituído por este Decreto constituir-se-á de ações específicas, determinadas pelo Comando-Geral da PMERJ, com vistas a atender às diretrizes e objetivos traçados no intróito deste Decreto, assim como no cumprimento, pelos Policiais Militares inscritos no POEPP, de ciclos periódicos de qualificação.

Art.3º - Os ciclos periódicos de qualificação serão cumpridos a cada 6 (seis) meses e consistirão de cursos com carga horária de 16 (dezesseis) horas e que observarão o seguinte programa básico:

I - abordagem e revista de pessoas, veículos e edificações;

II - Direitos Humanos;

III - polícia de proximidade;

IV - Método Global de Autodefesa (MGA);


V - condutas-padrão para atuação em ocupações estratégicas temporárias;

VI - armamento não letal;

VII - noções de biossegurança;

VIII – prevenção de atos de violência contra a mulher;

IX - ação policial contra a discriminação; e

X - preservação de local de crime.

Parágrafo único. Será empregado na instrução, preferencialmente, o material elaborado durante a execução do convênio celebrado entre a União, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP, do Ministério da Justiça e por meio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos – SEDH da Presidência da República, o Estado do Rio de Janeiro e o Instituto de Segurança Pública – ISP.

Art.4º - Os conteúdos e programas específicos dos ciclos periódicos de qualificação e seu cronograma de realização serão estabelecidos por ato do Comandante-Geral da PMERJ.

Art.5º - A participação no POEPP será voluntária e, para ter deferida sua inscrição, o Policial Militar deverá atender aos seguintes requisitos:

I – ter sido submetido e aprovado, para o respectivo período, no Teste de Avaliação Médica (TAM) e no Teste de Aptidão Física (TAF), conforme as normas em vigor na corporação;

II – ter concluído com sucesso o curso de formação ou aperfeiçoamento exigível para o exercício das funções atinentes ao seu círculo ou patente;

III – estar lotado e em efetivo exercício em Organização Policial Militar;

IV – ostentar a condição de “apto sem restrição”.

Parágrafo único. Não será considerado preenchido o requisito indicado no inciso III deste artigo quando o Policial Militar for colocado à disposição para exercer cargo ou função em outros órgãos, ainda que declarados de natureza ou interesse policial-militar.

Art.6º - Será suspenso do POEPP o Policial Militar que se enquadrar em qualquer das situações abaixo:

I - for punido, disciplinarmente, com transgressão disciplinar de natureza grave que tenha ocasionado a instauração de Processo Administrativo Disciplinar (PAD);

II - entrar no gozo de Licença:

a) Especial (LE);

b) Para tratamento de Saúde própria (LTS) ou de Pessoa da Família (LTSPF);

c) Para Tratamento de Interesse Particular (LTIP);

III – passar da condição de “apto sem restrição” para a de “Incapacidade Física Parcial” (IFP);

IV – afastar-se do serviço, por mais de 72 (setenta e duas) horas no período de 30 (trinta) dias, ou mais de 144 (cento e quarenta e quatro) horas no período de 180 (cento e oitenta) dias;

V - faltar ou tiver sido dispensado do serviço, mesmo para o atendimento de necessidades pessoais, desde que o afastamento seja superior a 24 (vinte e quatro) horas;

VI – Freqüentar qualquer curso que implique afastamento da corporação, por período superior a 15 (quinze) dias; ou

VII – não concluir com aproveitamento ou não apresentar freqüência integral aos ciclos periódicos de qualificação previstos nos artigos 2º e 3º deste decreto, ressalvadas as hipóteses previstas nos parágrafos 3º a 5º deste artigo.

§1º - A suspensão do Policial Militar do POEPP perdurará até cessarem os motivos que lhe deram ensejo.

§2º - A incursão nas situações previstas nos incisos IV e V determinará a suspensão do Policial Militar do POEPP por 3 (três) meses, só podendo o Policial Militar ser reincluído se não incidir nas mesmas hipóteses durante este período.

§3º - Não acarretará suspensão do Policial Militar do POEPP o afastamento do serviço decorrente de ferimento por projétil de arma de fogo ou outro tipo de instrumento ou ação traumática que tenha lhe provocado lesão grave por ato de serviço.

§4º - Também não será suspenso do POEPP o Policial Militar afastado por lesão grave provocada pelas mesmas circunstâncias descritas no parágrafo anterior que, embora ocorridas fora do serviço, tenham implicado sua atuação legal e legítima como agente de segurança pública, conforme apurado em procedimento administrativo próprio.

§5º - Os afastamentos para gozo de férias, gala, luto, licenças maternidade e paternidade ou ações meritórias que resultem em dispensa do serviço não importarão na suspensão do Policial Militar do POEPP.

§6º - O Policial Militar enquadrado em qualquer das hipóteses previstas nos parágrafos 3º e 4º deste artigo deverá, após seu retorno ao serviço, ser inscrito no primeiro ciclo de qualificação previsto pelo cronograma oficial fixado pelo Comandante-Geral da PMERJ, caso pretenda retomar sua participação ativa no POEPP.

§7º - Se o afastamento previsto no §5º deste artigo implicar a impossibilidade de cumprimento do ciclo de qualificação já anteriormente previsto para o Policial Militar, o mesmo deverá ser inscrito no primeiro ciclo de qualificação subseqüente, consoante o cronograma oficial fixado pelo Comandante-Geral da PMERJ.

§8º - A previsão do parágrafo anterior não se aplica ao afastamento para o gozo de férias, que deverão obrigatoriamente ser adiadas para data posterior ao cumprimento do ciclo de qualificação previsto para o Policial Militar.

Art.7º - A participação do Policial Militar no programa poderá ser renovada a cada seis meses, pelo cumprimento do ciclo periódico de qualificação em que esteja inscrito, segundo cronograma oficial fixado pelo Comandante-Geral da PMERJ.

Parágrafo único. Tendo em vista a voluntariedade essencial à participação no POEPP, o Policial Militar poderá renunciar, até 10 (dez) dias antes da data de início do ciclo periódico de qualificação, à sua inscrição, ficando dele suspenso até nova inscrição voluntária e inclusão em ciclo de qualificação posterior.

Art.8º - Pela conclusão de cada ciclo periódico de qualificação, com avaliação positiva, o Policial Militar fará jus, pelo prazo de 6 (seis) meses de participação efetiva, ao pagamento da Gratificação Temporária por Participação no POEPP (GTPP), no valor de R$ 350,00 (trezentos e cinqüenta reais).

§ 1º - É vedado o percebimento simultâneo de mais de uma GTPP pelo Policial Militar.

§ 2º - A gratificação a que se refere o caput deste artigo será implementada na remuneração no mês subseqüente à conclusão do ciclo periódico de qualificação pelo Policial Militar.

Art.9º - A GTPP só será percebida enquanto o Policial Militar estiver efetivamente participando do POEPP e não se incorporará, para quaisquer efeitos, aos vencimentos do servidor, ficando excluída da base de cálculo do adicional de tempo de serviço, bem como de quaisquer outros percentuais que incidam sobre o soldo dos Policiais Militares.

§1º - A GTPP não sofrerá a incidência de contribuição previdenciária.

§2º - A suspensão do Policial Militar do POEPP implicará na imediata e automática cessação do pagamento da GTPP.

§3º - Suspenso ou encerrado o POEPP, cessará o pagamento da GTPP a todos os Policiais Militares.

Art.10 - A GTPP não poderá ser percebida cumulativamente às gratificações decorrentes do exercício de funções de comando, direção e chefia, ou por participação em programas ou atividades especiais que já sejam contempladas por outras gratificações.

Art.11 - Para o efetivo cumprimento das disposições deste Decreto, o Comandante-Geral da PMERJ instituirá comissão que fiscalizará a fiel observância de tais normas.

Parágrafo único. Sem prejuízo da previsão do caput deste artigo, os Comandantes, Chefes e Diretores das Organizações Policiais Militares são responsáveis pela estrita observância das normas contidas neste Decreto.

Art.12 - O POEPP poderá ser, a qualquer momento, encerrado por ato do Governador do Estado ou suspenso por ato do Comandante-Geral da PMERJ.

Art. 13 - O Comandante-Geral da PMERJ editará os atos próprios à plena regulamentação do presente Decreto no prazo de 30 (trinta) dias contados de sua publicação.

Art. 14 - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros incidentes a partir de 1º de dezembro de 2009.


Rio de Janeiro, 30 de Setembro de 2009.

SERGIO CABRAL

GOVERNADOR


É por isso que a capacidade de falar e agir do nosso Cmt. Geral e inconciliável. É essa a vitória conquistada junto ao governo? O esgotamento físico e mental de uma luta renhida foi por isso? Como!? Que coisa ridícula! O policial e seus familiares continuarão a passar fome e isso me dá asco. A vitória de 5% com mais R$ 350,00 de uma gratificação em que o policial terá que se escravizar para receber é conquista? É possível considerar que isso significa 40% de aumento no total e beneficiará o soldado? O policial não poderá adoecer por uma gripe, conjuntivite ou cuidar de seus filhos e companheira, pois se ficar 72 horas dispensado perde por 01 mês e 144 horas perde 06 meses? ABOMINÁVEL! Acreditei no seu discurso de posse e em suas palavras quando assumiu o comando da corporação, mas agora vejo que não passou de BRAVATA. Acreditei em melhorias para a tropa e no final das contas, até agora, só ENGODO. As melhorias foram POG de segunda a sexta, remanejamento de policiais para unidades afastadas de suas residências, policiais que não podem comer no rancho das unidades que estão à disposição. Qual capacitação o policial terá se cada vez mais ele é escravizado? Já estou vendo essa gestão como a gestão do APARTHEID, segregação funcional. MEU DEUS! Não é possível que alguém durma acreditando que está fazendo o bem para a tropa! Estou certo que não entregará o comando, pois 223% de gratificação compensam mais que 5% com mais supostos R$ 350,00. Espero que esteja em PAZ com sua CONSCIÊNCIA.


Cmt. Geral

CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.

Palavra do Comandante

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Por duas décadas, as áreas carentes do Rio de Janeiro infelizmente viram crescer a ditadura do narcotráfico se impondo à população menos favorecida, ditando-lhes regras e subjugando-lhes a vontade.

Essa tirania, que por todo esse tempo calou a voz de milhares de mulheres e homens de bem, esmagadora maioria dos moradores de favelas onde se escondem os criminosos, quase fez descrente o povo fluminense de um dia poder desfrutar a tranquilidade pública e a paz social que, por direitos inalienáveis,  lhes devem pertencer.

As Unidades de Polícia Pacificadora da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro– UPP – representam, nestes nossos dias, a certeza de que a felicidade é possível, pois a liberdade é uma questão de escolha e decisão.

Retomar os territórios apropriados criminosamente por bando e facções, livrando seus moradores das garras despóticas e assassinas dos traficantes de drogas, foi o desafio a que se propôs o Estado do Rio de Janeiro; seus governantes, sua segurança pública e sua população, inexcedível em talento, alegria e espírito pacificador.

As UPPs vieram para ficar.

Elas materializam um sonho de liberdade.

Mário Sérgio de Brito Duarte

Palavra do Comandante

Sábado, 26 de Setembro de 2009

"… Seja como for não vou bancar o coitado: tenho que ter a hombridade de reconhecer que chegou minha hora de tomar pedradas: de Cadete a Tenente Coronel, Comandante de Unidade, fui pedra; agora, Comandante Geral, sou vidraça. Posso jogar a toalha quando quiser e não pretendo jogá-la. Vou perseguir a vitória.

Meu papel de vidraça me impõe a exposição e aqui estou, me expondo aos meus…
… Reconheço: não foi um empreendimento que me permite morrer feliz, mas o sonho não acabou. As pedradas que estou recebendo têm endereço certo. Não sou vítima, sou Comandante.
Força e honra!"
Retirado do Blog Praças da PMERJ

SUA VERDADEIRA PREOCUPAÇÃO!

Boca de Sabão

Não vou me aprofundar no comentário sobre a matéria da UPP em que os policiais tomaram um sacode da vagabundagem da CDD e tiveram sorte de saírem vivos para contar a história. Atenção recrutada, a polícia hoje não é como antigamente em que uma guarnição ficava à paisana e entrava na favela para dar um ataque soviético ou um tróia. Nenhum comandante vai segurar essa bronca, por mais que eles queiram enganar o povo com essa história de UPP exemplo de policiamento e usem vocês como buchas prometendo várias "condições". Coloquem em suas cabeças que isso nada mais é que um PPC com um efetivo bem maior. Agora segurem esse prejuízo e que sirva de lição.

A decepção com o atual comando da PMERJ é essa forma inconciliável de falar e agir, os fatos acima sustenta isso. Vejo que a preocupação em descobrir quem é o boca de sabão foi ou é maior do que realmente brigar por um reajuste digno para tropa. Sei que o comandante é uma pessoa com boas idéias e intenções, mas a sua atuação meramente política só agrada quem o colocou na cadeira.
VOCÊ ACREDITA EM MUDANÇAS?

CARGO POLÍTICO… BUMBUM NA PAREDE.

Esmola2

O que esperar de uma função meramente política?  Que seu representante atue como tal. É assim que o atual Cmt. Geral da PMERJ atua, fazendo com absoluta destreza a politicagem que seu cargo exige.

O que mais decepciona no atual comando, é a forma inconciliável de falar e agir. Como alguém diz que entregaria o cargo se não recebesse 10% de aumento e depois diz que se saiu vitorioso com um mísero aumento de 5%? - R$ 40,00 para um soldado - Ah, tem mais uma “gratificação” - isso não é aumento, quando ele quiser tirar ele tira - de R$ 350,00, gratificação que o próprio governador colocou em sua responsabilidade a forma que a tropa deverá receber.

A melhor forma que nosso comandante viu para ganharmos essa gratificação é ser apto - e quem está incapacitado por ato de serviço? -, fazer um curso de 16 horas - e quem está no POG por sua determinação de segunda à sexta?

Sei que muitos policiais não receberão esse “cala-boca” e ficarão mais desamparados já que a DAS não ajudará mais os policiais que precisarem de assistência, pois a gestão anterior da DGF do Cel. Soares deu um desfalque monstro nas finanças da corporação - segundo fontes seguras -. As assistências serão feitas depois que houver equilíbrio financeiro.

Acho que o cargo deveria ser entregue em razão desses desamparados – seus únicos míseros 5% -, até agora estou na espera por novidades, por mudanças e por uma PMERJ mais justa. O máximo que vislumbro com essa filosofia é mais segregação.

ESMOLA!

5% de Esmola

Eu particularmente não tenho mais nada para falar sobre esse governador. Tudo o que eu disser será repetitivo demais. Só rezo para que os irmãos de profissão e seus familiares façam valer a obrigatoriedade de vossos votos em 2010. Dêem um basta nisso aniquilando esse sujeito nas urnas.

O sujeito teve 04 anos para investir na segurança e dá 17% de aumento parcelados em 3 anos e uma esmola de R$ 350,00  para ser extinguida exatamente daqui há 01 ano, quando o novo governador assumir. A pergunta que não quer calar é: Essa gratificação só valerá para os aptos? Isso só quem poderá responder será o Cmt. Mario Sérgio.

NADA MUDOU E PROVAVELMENTE NÃO MUDARÁ!

Nova modalidade

Assalto no túnel

Segurança para o tráfico

Isso é o resultado do pior governo que o Rio de Janeiro já teve. Um governo despreparado e desacreditado. Leiam as palavras do Secretário de Segurança e do Comandante Geral da PM.


Palavra do Secretário

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Sem dúvida, o Rio de Janeiro é o primeiro estado a vir à mente quando o assunto é favela. Numa cidade com mais de mil, o tema segurança torna-se assunto diário e sempre dramático.

Implantamos há menos de um ano o projeto UPP que recebe forte apoio da mídia e da sociedade. A idéia é simples. Recuperar para o Estado territórios empobrecidos e dominados por traficantes. Tais grupos, na disputa de espaço com seus rivais, entraram numa corrida armamentista nas últimas décadas, uma disputa particular na qual o fuzil reina absoluto.

E apesar da rotina complicada, a cidade atrai mais e mais turistas todos os anos. O Rio é mesmo um lugar único e privilegiado.

Decidimos então por em prática uma nova ferramenta para acabar com os confrontos. Ocupamos quatro comunidades em bairros distintos em caráter definitivo. Fim do fuzil e início das pequenas revoluções que serão contadas nessas páginas.

Junto com os elogios surgiram algumas conclusões simplistas. A primeira e mais comum entre todas: coloquem polícia comunitária em todos os morros e o problema estará resolvido.

Posso garantir que segurança pública não é tão cartesiana assim. Muitas das queixas com as favelas pouco tem a ver com o crime bárbaro do tráfico, mas com a dificuldade da própria sociedade de conviver com suas diferenças. O problema é que, quando tais diferenças incomodam, é melhor chamar todos de criminosos.

Isso ficou mais evidente após a implantação das UPPs. O traficante vai embora, mas muitos conflitos, os menores, evidentemente, continuam por lá.

Tenho recebido e visitado os moradores dessas comunidades com frequência. Há uma tremenda dívida social que veio desde a colonização destas terras. A maioria negros, pardos, mulatos, pobres e muito pobres. Carências tão grandes que é preciso ajudá-los a pedir, pois lhes é difícil até priorizar as emergências.

Podemos traduzir as causas da violência de diversas formas: desigualdade, falta de educação, corrupção, falta de assistência, falta de planejamento das cidades, enfim, inúmeras possibilidades. Podemos usar o legalismo para dizer que as favelas precisam ser demolidas, pois são invasões; ou defendê-las, afinal são brasileiros vítimas de um modelo econômico e histórico perverso.

Vou encerrar sem defender tese alguma. No Rio, o projeto no qual apostamos é a UPP e estamos aprendendo com os resultados. Sai o tráfico e entra a polícia definitivamente. Todos os indicadores são animadores e todas as conclusões são precipitadas. Até o fim de 2010, creio que haverá condições logísticas de ocupar muitas comunidades. Mas como tenho repetido sempre que sou interpelado: ou a sociedade abraça e acolhe estas áreas ou nada vai mudar de fato. Portanto, a polícia faz um apelo: subam o morro, ele é da cidade.

José Mariano Beltrame
Secretário de Segurança do Rio de Janeiro


Palavra do Comandante

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Por duas décadas, as áreas carentes do Rio de Janeiro infelizmente viram crescer a ditadura do narcotráfico se impondo à população menos favorecida, ditando-lhes regras e subjugando-lhes a vontade.

Essa tirania, que por todo esse tempo calou a voz de milhares de mulheres e homens de bem, esmagadora maioria dos moradores de favelas onde se escondem os criminosos, quase fez descrente o povo fluminense de um dia poder desfrutar a tranquilidade pública e a paz social que, por direitos inalienáveis,  lhes devem pertencer.

As Unidades de Polícia Pacificadora da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro– UPP – representam, nestes nossos dias, a certeza de que a felicidade é possível, pois a liberdade é uma questão de escolha e decisão.

Retomar os territórios apropriados criminosamente por bando e facções, livrando seus moradores das garras despóticas e assassinas dos traficantes de drogas, foi o desafio a que se propôs o Estado do Rio de Janeiro; seus governantes, sua segurança pública e sua população, inexcedível em talento, alegria e espírito pacificador.

As UPPs vieram para ficar.

Elas materializam um sonho de liberdade.

Mário Sérgio de Brito Duarte


VOCÊ ACREDITA EM MUDANÇAS?

MS

DESCRÉDITO

O comando tem a convicção que a tropa vai trabalhar "normalmente", ou seja, a omissão irá continuar. Vivemos em um país que as coisas se resolvem com "jeitinho". Quem nunca ouviu que cada país tem a POLÍCIA que merece? O nosso "líder" deveria ser o 1º a falar que operação padrão é obrigação, mas como ocupa uma cadeira meramente POLÍTICA, não vai mexer na tartaruga em cima do muro (se ela tá lá, alguém colocou). Se você, POLICIAL MILITAR (PRAÇA), quer que as coisas mudem? Faça você a MUDANÇA. OPERAÇÃO PADRÃO TODOS OS DIAS!

OPERAÇÃO PADRÃO, NO PADRÃO!

Op. Padrão

MUITO BEM !!!!!!

ISSO MERECE SER COPIADO, DIVULGADO E ATÉ COLADO:

ORIENTAÇÃO (Operação Padrão)

Senhores não gostaria de ver nenhum companheiro trocando de lugar com o meliante preso, portanto cuidado com algumas atitudes:

1- Não procure chifre na cabeça de cavalo, uma coisa é saber qual o crime (cuidado com delegados que na hora podem inverter a situação);

2- Cuidado com o abuso de autoridade;

3- Cuidado com o Constrangimento Ilegal;

4- Cuidado com a INSUBORDINAÇÃO ( uma coisa é o coronel seja lá quem for prevaricar outra é você não acatar sua ordem, se achar que é uma ordem absurda exija por escrito ou que lance em brochura);

5- No caso do CTB Lei 9503 (trânsito), procure saber quais os casos que são conduzidos para a DP e quais são conduzidos o veículo para o depósito.

NA DÚVIDA PROCURE UM COMPANHEIRO MAIS ANTIGO OU MAIS EXPERIENTE.

O movimento é para seu bem e não para te prejudicar.

OPERAÇÃO PADRÃO, NO PADRÃO E TODOS OS DIAS. TENHO CERTEZA QUE ALGO MUDARÁ, BASTA AGIR ASSIM 01 SEMANA.

“CAVEIRALOSOFIA” = ENGODO

ENGODO

Desde a mudança do Comando Geral da PMERJ, estou evitando publicar algum post sobre o novo comando pelo simples fato de ser cedo demais para expor algum tipo de opinião da sua gestão, pois não se completou nem 100 dias de comando. Mas depois de ler essa entrevista não tive como guardar minha opinião.

Vamos lá, alguns fatos não foram publicados na entrevista do Cmt. Geral da PMERJ. Bem, vejamos, o próprio Cmt. foi promovido 03 vezes em menos de 08 anos, sem realizar prova alguma. Por qual motivo só se falou em promoção automática de praças e não de oficiais, já que em 15 anos os oficias ganham 05 promoções sem necessidade de realizar qualquer tipo de prova? Para sair oficial superior basta ter indicação do comandante, sem a necessidade de prova, para realizar o curso onde lhe é garantido diárias (ajuda de custo) para fora do estado no período aproximadamente de 01 ano.

Acho justíssimo a valorização profissional de quem estuda, mas será que tais condições seriam dadas aos praças para melhorarem sua capacitação como é dada aos oficiais? Acho que NÃO, e NÃO mesmo. A filosofia "caveira" do atual comando, em prática, só está segregando ainda mais os praças de polícia. A única "valorização" dada até agora é fechar os quartéis e colocar os praças no POG sem rádio de comunicação (seja o que Deus quiser), criar uma escala extraordinária de serviço de POG de segunda a sexta de 10:00 às 18:00, sem regresso para almoço, mas com direito a uma ração fria (como estudar nessas condições), discriminação total para quem está de IFP, como se o sujeito quisesse estar doente e ter levado um tiro porque quis, aliás, a PMERJ é o único lugar que o médico atesta que o sujeito tá meio doente, meio ferrado e meio podre.

Como alguém diz que não quer que seu soldado se sinta um lixo, se ele não muda as mínimas condições para que ele não se sinta assim e pior, vai a imprensa e declara para a opinião pública que seu soldado é um vagabundo esperto, que não quer estudar e ganha "vantagens" sendo assim.  A APM é um lugar muito especial, tão especial que ensina aos seus futuros oficiais (os donos da corporação) que o parafuso se aperta pela ponta e não pela cabeça. Infelizmente mais uma vez me decepcionei com o comando da PMERJ, um comando que tinha a esperança do novo, de representar mudanças significativas para todos, de largar de vez essa mentalidade déspota de 200 anos, mas que aos poucos mostra a verdadeira face da cadeira que representa, um lugar meramente político, um verdadeiro engodo.